quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Sem esta perto de ti, não sei


amor


paz


terça-feira, 9 de agosto de 2011

filha


Aquarela2


Aquarela 2


O que diz ela.

Cores sem sentidos

Sentimentos escondidos

beleza de cores

Mundo de amores

folha pintada colorida riscada

Dizer sem falar

Ver sem envergar

ouça as cores que falam

Quando palavras se calão

Aquarela



Cores misturadas

Não dizem palavras

Difícil de entender

Sem nada a dizer

Sem sentido algum

Um sentimento incomum

Ver sem enxergar,

                     basta interpretar

Ser mãe


sexta-feira, 5 de agosto de 2011

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Brinquei de amar

Quem sou eu

Eu sou sua dor sem cura
Sou sua forca ou maior fraqueza

Sou seu pior inimigo
Sou seu amigo

Sou tua felicidade
Sou tua tristeza

Sou teu viver 
razão do teu morrer
 
Sou eu que te faço sorrir
Posso te fazer chorar

Sou teu porem 
não te pertenço


Eu sou tudo
Eu sou nada

Eu sou teu maior valor
O melhor sabor

Assim como a flor
que da mel ao beija flor

Sou o amor
A procura da flor

domingo, 24 de julho de 2011

Amo-te

Amo-te
Saudade

Um sofrer de saudade
Eterna ansiedade

Sei viver
Não sei te esquecer

Sonho com teu o futuro belo
Enquanto destruo meu castelo

Sua felicidade
Minha infelicidade

Abandono-te por te amar
Palavras vão se calar.

Serei um sonhar
Ate que possa voltar

Favela

Meu nome è realidade.

Nasci no rio de janeiro, morro do macaco.
Minha infância foi sofrida, não tive carinho como brinquedo, a brincadeira era diferente, brincava de policia e ladrão sempre fui o ladrão.
Na favela mesmo minha mãe foi baleada, ali mesmo na calcada. Para as pessoas era normal, como se fosse animal.
Meu pai trabalhava na rua, me chamava de inconseqüente moleque indigente.
Sempre que a policia aparecia mudávamos de cidade, porem sempre a mesma realidade, um negro perdido na cidade.
Fui crescendo e aprendendo a maldade, logo me formei um homem sem coração.
Não tinha esperança que existisse mudança, só pensava em vingança.
Homem, ladrão era minha profissão. Casado com a solidão.
Noite de natal. O assalto no banco central, estávamos em 4 todos armados,tudo planejado,entramos,pegamos o dinheiro .
Na saída um presente do papai Noel.  Deixei de ser cruel.
Policia chegou meus parceiros morrerão, eu sobrevive.
Aquela noite nasceu um homem, paguei pelas minhas maldades, e aprendi a viver com dignidade.
Cada dia aprende o que è a vida de verdade, antes só conhecia maldade.
Sou aquele menino de favela nasci e morri nela.
Eu tenho a esperança nas crianças elas são a mudança, desigualdade existe, mas tento mostrar a realidade e mudar as cidades.
Dignidade ate mesmo na favela, pois e você que constrói ou destrói ela.

Quero te quero

Quero te quero
Quero teu  sorriso. Eu preciso
Quero teu olhar. Faz-me sonhar
Quero teu coração. Será a salvação
Quero teu beijo. Eterno desejo
Quero te venero. Como quero
Quero te quero como quero

Aquecimento global

Aquecimento global
O sol esta mais quente
Vai queimar ate gente

Animais em esticão.
E aumenta se a população

Água diminuindo
O mar esta subindo

Verde e raridade
Destrói se para fazer cidades

Poluição no ar
E no mar

Se isso continuar
O mundo vai acabar

Amor

Amor

Eu sou sua dor sem cura
Sou sua forca ou maior fraqueza

Sou seu pior inimigo
Sou seu amigo

Sou tua felicidade
Sou tua tristeza

Sou teu viver razão do teu morrer
Sou eu que te faço sorrir

Posso te fazer chorar
Sou teu, mas não te  pertenço

Eu sou tudo
Eu sou nada

Eu sou teu maior valor
Eu sou o amor